Um assunto que vem rendendo muitas reportagens nos últimos tempos é a queda de vendas da indústria fonográfica e a possível substituição do CD. Lembro que alguns anos atrás, eu (e a maioria das pessoas) passava noites e noites baixando músicas pelo tão odiado Napster. Velhos tempos de conexão discada e de ver os caras do Mettalica amaldiçoando os caras que criaram a então maravilhosa forma de ter musicas de graça no computador. Na época gravar CDs não era tão comum, alias, eram poucas as pessoas que tinham gravadora. E pensar que hoje em dia é só plugar o pen drive no som do carro!!!
A curto prazo a solução encontrada pela industria fonográfica, é a venda de faixas musicais, o exemplo mais conhecido é o do Radiohead (as vendas do último álbum do grupo foram feitas pela Internet, onde a pessoa decidia quanto ia pagar), mas aqui no Brasil já vem sendo bastante utilizado. A divulgação do trabalho de qualquer artista ficou bem mais fácil, uma boa parcela de gosto duvidoso até, mas isso são detalhes. O fato é que ninguém mais conseguia vender tantos milhões de discos, além de mudar os números pro artista receber a condecoração de disco de ouro e platina, as gravadoras acharam uma outra solução para não perder e sim faturar alguma grana com a Internet. Como? Através do patrocinador! Na reportagem feita pelo Jornal da Globo eles explicam:
“O consumidor não infringe a lei, os artistas são remunerados e as gravadoras terão a chance de fechar no azul. Em geral, os artistas recebem pelo número de músicas baixadas. Mas, no caso do músico Tom Zé, o patrocinador pagou pelo trabalho antes mesmo dos downloads serem liberados.É mais um passo num mercado que muda com muita rapidez. De 2006 para 2007, as receitas das vendas de CDs caíram 36%. Enquanto isso, as vendas de música por internet aumentaram mais de 1600%. As gravadoras tentam evitar que a crise na venda de CDs se torne uma crise no mundo da música. “O que a gente observa é que o consumidor gosta de ouvir música em várias plataformas, então a gente apresenta essa música em várias plataformas, CD, DVD, internet, celular, tudo isso é uma maneira de se adequar ao que o consumidor quer”, afirma Léo Ganem, diretor-geral da Som Livre”. (fonte: www.globo.com/jornaldaglobo)
Multiplicação de dados no DVD
A notícia é bem interessante, pra variar vem do Japão. Dessa vez os japas descobriram uma forma de multiplicar a quantidade de dados que podem ser armazenados em um DVD ou CD. A matéria caiu na rede tal qual um vírus e em todos os sítios está igualzinha, fica complicado citar a fonte, será que foi release que os japoneses mandaram pro mundo todo?
Então chega de conversa fiada, aí vai: O resultado foi alcançado moldando “poços” na superfície de um DVD, que é plano, em forma de “V”. Os pesquisadores dizem que um DVD com esse sistema pode armazenar todos os dados contidos em 9 DVDs normais, tornando o desenvolvimento de DVDs de 42 GB possível.Essa fascinante tecnologia tem duas grandes desvantagens. Em primeiro lugar, os novos super discos não pode ser utilizados nos atuais CDs e DVDs. É impossível, em segundo lugar, aplicar a nova tecnologia aos discos Blu-ray.